terça-feira, 21 de dezembro de 2010

O Maravilhoso espírito natalino

Andei pensando: qual é hoje o significado do natal? Veio à minha cabeça uma imagem - em branco e preto - de uma família dos anos 40/50, unida em sua casa, onde comemoravam o nascimento de Jesus, que é o "significado inicial" do natal. Hoje duvido que isso exista, primeiro pq o nascimento de Cristo - que é o motivo pelo qual essa data é celebrada - foi deixado para segundo plano, pois é mais importante comprar o presente do seu amigo secreto, da sua esposa, namorada...enfim... perdeu o significado verdadeiro e passou a ser um feriadão, o qual todos os trabalhadores, estudantes e principalmente crianças esperam o ano todo.
Acho que pra grande parte das pessoas o natal não é nada além de um dia especial de culto ao capitalismo, cujo simbolo, é o "bom velhinho", figura muito simpática, de fato, que atribuiu um novo significado ao espírito natalino, que pode ser resumido em uma palavra: consumismo. Facilmente notado na tradicional troca de presentes.
Será o grande talento da sociedade contemporânea atribuir práticas capitalistas a tudo?

(Observação tosca mas com sentido: Pensa na 25 de março próxima do natal vinte anos atrás. Agora vai na TV e olha denovo =P. Aumentou a clientela né..?)

domingo, 19 de setembro de 2010

Pensei que as coisas seriam melhores quando acabasse toda essa correria... Não nego que o tempo livre do qual disponho agora me agrada, mas a falta que faz conversar todo e qualquer assunto com vocês é enorme e faz-me desejar voltar aos tempos do técnico.

sábado, 18 de setembro de 2010

Parecia infinito mesmo.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Estava lendo as últimas postagens, e realmente estávamos um lixo na época do tcc. Mas agora, até mesmo isso me faz uma falta enorme e eu trocaria um ano de vida por mais uma tarde em que a gente pudesse ficar deitada na entrada da Júlio, sobre o chão frio e rindo de qualquer coisa...

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

OLHA O QUE EU ACHEI

É, eu sei que essa foto tá HORRÍVEL mas eu a encontrei aqui e não pude ignorar. ASDIOHHIAS
Foi o momento da nossa tão esperada entrega do TCC (no dia da apresentação), as feições de mulambas destruídas não são apenas por conta do ângulo infeliz em que a foto foi tirada , mas sim porque nós realmente estávamos mulambas destruídas.
Me dá siricutico só de lembrar...puta que pariu.

Amo vocês sim, e sou cafonérrima.
(favor não apagar esse post) IHASUDI

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Li post por post, e tenho três coisas a declarar:
1- amor é MUITO brega, x-x
2- 'fazendo merda que se aduba a vida'
3- eu REALMENTE sinto falta de vocês.
NÃO SUMAM!

sábado, 26 de junho de 2010

domingo, 18 de abril de 2010

Loucos e Santos

Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila.
Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.
A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos.
Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo.
Deles não quero resposta, quero meu avesso.
Que me tragam dúvidas e angústias e agüentem o que há de pior em mim.
Para isso, só sendo louco.
Quero os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças.
Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta.
Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria.
Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto.
Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade.
Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos.
Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça.
Não quero amigos adultos nem chatos.
Quero-os metade infância e outra metade velhice!
Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto; e velhos, para que nunca tenham pressa.
Tenho amigos para saber quem eu sou.
Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que "normalidade" é uma ilusão imbecil e estéril.

Oscar Wilde

quarta-feira, 17 de março de 2010

Quero minha vida de volta.

segunda-feira, 15 de março de 2010

Desistindo de pensar e sentir, e aos poucos percebendo que estou me tornando uma pessoa fria. Talvez por ouvir que sou egoísta e mesquinha o tempo todo eu parei de acreditar no contrário e decidi realmente ser assim.
Acho que vai ser mais interessante.
Um brinde à vocês, que vão me matar um dia desses de desgosto e tristeza :)

domingo, 14 de março de 2010

Então que desperdicem seu tempo me julgando.
Fiquem com a moral e a virtude, eu fico com a vida.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

estou namorando assumidamente agora
OJDASOIHIUH
após um ano e um mês de 'ficagem'

HOHOHOHO

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010


Sinto a impressão de que os minutos passam mais lentos quando eu venho pra cá, e que hora ou outra eu posso ver alguém no corredor, que está quase sempre vazio. Sinto aquele calafrio de sempre e volto a ficar de frente a tela e escreve por alguns minutos pequenos desabafos que eu não espero que alguém realmente leia.
Sei lá, acho estranho o fato de estar tão perto de todos e me sentir tão distante ao mesmo tempo. Falta um pedaço, e mesmo com a felicidade rotineira que absurdamente do nada vem se aconchegando a mim, eu sinto aquela velha e boa tristeza de sempre.
"Cala boca menina, vai estudar pra ser alguma coisa na vida. E saí desse computador!"
Tá, mas eu já sou alguma coisa. Não sei bem como me definir, até porque acho incrivelmente ridículo uma pessoa se intitular portadora de sentimentos e virtudes e costumes, se esses mudam a todo instante. As pessoas não são apenas aquilo que aparentam ser e eu não creio que possamos intitular qualquer uma que seja como boa ou má. Não existe isso. Uma pessoa que usa uma farda tem o direito de matar outra e intitular-se herói e um homem que atira em um maldito que faz mal a sua família pode ser condenado por esse sistema falho e nojento. A diversidade de coisas, pessoas e ideias é tão grande que eu não creio que uma pessoa possa ser exatamente a mesma coisa por mais de um dia. Não completamente. Não internamente.
Sinto uma revolta imensa em não poder dizer as coisas que quero para quem eu quero o tempo todo. Mas um maldito sentimento aplicado por todos os egoístas e puritanos desde quando nascemos: a culpa de dizer algo que possa ofender ou magoar alguém, ou pior, trair o nosso orgulho ridículo, que todos temos e não adianta disfarçar.

Aí eu paro e penso se eu sou mais real do que quem eu vejo passando a passos curtos pelo corredor. Ou se tudo isso é mera ilusão.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Que hei de fazer eu, se acho belo e muito estimo o puro, mas sou atraída involuntariamente pelo indevido?

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Tenho pensado muito ultimamente e acho absurdamente frustrante não chegar nunca em nada. Não consigo tirar conclusões, não encontro soluções, não sei se gosto ou não da cor bege, mesmo ela sendo feia ela pode me ser util algum dia, não sei se todo o esforço que eu terei de fazer, que dizem ser para o meu bem, não sei se isso realmente me fará feliz.
Isolar-me de tudo e todos por meses, voltar ao mundo psicótico de que tento me livrar com tanta vontade há tantos anos, não sei se isso me fará bem. Não sei se depois dessa merda toda eu vou conseguir o que acho que quero e tenho muitas dúvidas se realmente isso tudo me fará bem e se estarei feliz aos quarenta. Tenho muitas dúvidas mesmo, estou até ficando repetitiva. Droga.
Sinto medo de me afastar de vocês duas com o passar dos anos, não quero que isso aconteça.
Amo absurdamente vocês e em todos os instantes.

sábado, 16 de janeiro de 2010

Sabe o que eu acho?
Houveram mulheres, que assim como nós, eram livres de mente e de espírito.
Sim, houveram...em todas as décadas passadas, em todos os tempos...sempre houve.
Mas foram abafadas. Abafadas por sua realidade, abafadas pelo próprio ambiente delas, pelas pessoas.
Maridos, vizinhos, crianças.
Não consigo imaginar o que seria de mim se pusessem as mãos em todas as minhas ambições e sonhos e os roubassem de mim sem direito algum, juro que prefiro a morte.
Lamento, lamento avidamente por todas que foram abafadas dessa forma...e como mulher livre de espírito e de mente, vivendo em uma época diferente da delas, não deixarei nunca que tirem pedaços de mim arrancando minhas asas.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

22 dias

Depois de ficar 22 dias longe de todos os meus amigos, trocando poucas palavras aqui e ali por telefone ou por internet (quando digo poucas, são poucas MESMO) me dei conta que em certa altura do meu isolamento comecei a refletir em como eu era de verdade.
Eu num sei por que...é como ficar enfermo e pensar no sentido da vida e dar-lhe valor. Eu estava pensando em como eu era perante as outras pessoas e como tudo estava indo. É realmente difícil de conseguir refletir e discernir as coisas direito enquanto você é envolto por muitas pessoas ao mesmo tempo.
Não sei o que quero dizer nem se quero dizer algo...sei que foi meio estranho IOHASUIH
e eu não estou conseguindo explicar aqui mesmo, tudo bem.
enfim.
sinto falta de vocês duas loucamente.